Conta em voz alta
Aperta gravar, fala dois minutos, e o app transcreve e edita. Para os dias em que escrever cansa mas contar não.
O problema
Algumas anedotas se contam, não se escrevem. Têm ritmo, pausas, "não, espera, antes disso aconteceu outra coisa". Digitar mata. E nos dias em que você volta cansada do trabalho, a ideia de abrir um editor te empurra para trás.
O que o Anecdotario faz
Você aperta o botão de microfone (em qualquer tela do dashboard), fala, e o app:
- Transcreve em português coloquial — entende gírias regionais, nomes próprios. Não te traduz a português neutro.
- Conserva o áudio original. A transcrição é um texto editável, mas o áudio fica salvo ao lado. Quando você gera como podcast depois, pode usar sua própria voz original.
- Edita o necessário. Tira os "ééh", "tipo", repetições óbvias. Não reescreve o que você disse —só limpa.
- Sugere capítulo e pessoas. Igual ao modo livre: detecta de que etapa você fala, que pessoas mencionou, liga ao grafo.
Quando é a melhor entrada
- No carro, dirigindo, quando algo te ocorre (mãos livres, "Hey Anecdotario, anedota").
- Depois de ver seus pais —você tem tudo fresco e não quer perder.
- Quando está cansada e escrever é demais.
- Para anedotas longas com detalhes —a voz flui mais.
Por que importa
A maior fricção de escrever sua vida não é a ideia —é sentar para digitar. Baixar essa fricção a um clique significa que você vai capturar dez vezes mais material. O áudio é a forma mais natural de contar. O Anecdotario o trata como cidadão de primeira classe, não como "feature de acessibilidade".
Às vezes você não quer que uma IA te entreviste — quer escrever o que vier à cabeça. O modo livre é isso: uma folha em branco, sem perguntas, sem estrutura forçada.
Quero contar minha vida mas não sei por onde começar — uma IA te entrevista capítulo por capítulo e estrutura suas respostas.