Fotos e objetos com sua história
Você sobe uma foto, um scan de uma carta, uma foto de um objeto que te importa, e adiciona o texto que a explica. Sem a história, uma foto é um arquivo. Com a história, é uma lembrança.
O problema
Você tem 30.000 fotos no celular. Algumas seus filhos verão. A maioria vão apagar porque não vão saber o que significam. Uma foto sem contexto é um arquivo —"quem é essa senhora? em que ano foi? por que guardamos?". Os apps de fotos (Apple, Google) armazenam, não significam.
O que o Anecdotario faz
Você sobe uma imagem e o app te pergunta o necessário —não como um formulário, como uma mini-entrevista:
- "Quem aparece?" (sugere do seu grafo de pessoas, você confirma)
- "Quando foi?" (sugere do EXIF, você corrige se errado)
- "Onde foi?" (sugere do geo-EXIF, opcional)
- "O que você lembra daquele momento?" (a pergunta importante, aberta)
O que você escreve fica como anedota ligada à foto, no capítulo correspondente.
Também para objetos
Não só fotos —também scans, fotos de objetos. A foto do anel da sua avó. A carta que seu pai te escreveu aos 12. Os ingressos de um show de 2003. Cada objeto tem sua anedota:
- "Este anel era da minha avó Maria, ela dizia que meu avô deu na terceira encontro deles..."
- "Guardei esta carta porque foi a primeira vez que meu pai escreveu algo emocional..."
Por que importa
A fotografia digital nos fez crer que guardar é o mesmo que lembrar. Não é. Lembrar requer significado —uma história, um nome, um porquê. O Anecdotario é onde fotos importantes se tornam lembranças importantes, não só arquivos.
Às vezes você não quer que uma IA te entreviste — quer escrever o que vier à cabeça. O modo livre é isso: uma folha em branco, sem perguntas, sem estrutura forçada.
Sua vida não é uma lista plana de anedotas — são doze capítulos. Infância, adolescência, primeiro amor, vida adulta, perdas, filhos. Você tem um mapa, não um feed.