Caso de uso

Fotos e objetos com sua história

Você sobe uma foto, um scan de uma carta, uma foto de um objeto que te importa, e adiciona o texto que a explica. Sem a história, uma foto é um arquivo. Com a história, é uma lembrança.

Desde abr. de 2026
PlaceholderFoto antiga com anedota ao lado e pessoas marcadas — captura pendente.

O problema

Você tem 30.000 fotos no celular. Algumas seus filhos verão. A maioria vão apagar porque não vão saber o que significam. Uma foto sem contexto é um arquivo —"quem é essa senhora? em que ano foi? por que guardamos?". Os apps de fotos (Apple, Google) armazenam, não significam.

O que o Anecdotario faz

Você sobe uma imagem e o app te pergunta o necessário —não como um formulário, como uma mini-entrevista:

  • "Quem aparece?" (sugere do seu grafo de pessoas, você confirma)
  • "Quando foi?" (sugere do EXIF, você corrige se errado)
  • "Onde foi?" (sugere do geo-EXIF, opcional)
  • "O que você lembra daquele momento?" (a pergunta importante, aberta)

O que você escreve fica como anedota ligada à foto, no capítulo correspondente.

Também para objetos

Não só fotos —também scans, fotos de objetos. A foto do anel da sua avó. A carta que seu pai te escreveu aos 12. Os ingressos de um show de 2003. Cada objeto tem sua anedota:

  • "Este anel era da minha avó Maria, ela dizia que meu avô deu na terceira encontro deles..."
  • "Guardei esta carta porque foi a primeira vez que meu pai escreveu algo emocional..."

Por que importa

A fotografia digital nos fez crer que guardar é o mesmo que lembrar. Não é. Lembrar requer significado —uma história, um nome, um porquê. O Anecdotario é onde fotos importantes se tornam lembranças importantes, não só arquivos.

§Veja também

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