A pergunta da semana
Cada segunda, uma pergunta diferente. *«Qual foi a primeira vez que você se sentiu adulto?»* Te empurra um pouco, sem ser um push agressivo.
O problema
Aos três meses de uso do Anecdotario, você já escreveu o mais óbvio —a infância, as grandes viagens, as relações importantes. Depois chega o platô: "O que conto agora?". A motivação cai não porque não tem material, mas porque você não sabe por onde se meter.
O que o Anecdotario faz
Cada segunda às 9h chega uma pergunta —no app e por e-mail. Não é uma notificação apressada, é algo para ler com o café. Algumas semanas:
- "Qual foi a primeira vez que você se sentiu adulto?"
- "Que cheiro te leva direto à infância?"
- "Que coisa absurda fazia um familiar seu que você não entendia por quê?"
- "Qual foi a conversa mais estranha que teve com um desconhecido?"
- "O que você perdoou a alguém e nunca disse?"
- "O que alguém te ensinou sem saber?"
Você não tem que responder. A pergunta fica em /inbox durante a semana —se te chama, você entra e escreve. Se não, a próxima vem na segunda seguinte.
Como as perguntas são escolhidas
- Adaptadas ao seu corpus. Se você já escreveu muito da sua adolescência, o app não vai te jogar outra de adolescência. Aponta a capítulos vazios ou a pessoas que mal aparecem.
- Variando o tom. Uma semana leve ("a comida mais gostosa da sua vida"), a seguinte mais profunda ("uma despedida que te marcou"). Não te empurra cinco perguntas pesadas seguidas.
- Sazonais. Em dezembro vêm perguntas de fim de ano. Em julho, de "o que você fazia nas férias de inverno". O calendário importa.
Por que importa
O platô é o ponto onde a maioria abandona apps assim. A pergunta da semana é um empurrãozinho suave —não te grita, não te culpa por não escrever, só te abre uma porta. Se entrou, ótimo. Se não, a próxima.